Dia da Criança

Criança feliz,
feliz a cantar
Alegre a embalar
seu sonho infantil
Oh! meu bom Jesus,
que a todos conduz
Olhai as crianças
Do nosso Brasil
Crianças com alegria
Qual um bando de andorinhas
Viram jesus que dizia
Vinde a mim as criancinhas
Hoje no céu um aceno
Os anjos dizem amém
Porque jesus nazareno
Foi criancinha também.

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Fortaleza

Foi sem querer
Não vi
O chão foi tirado
E cai
O buraco era fundo
Mesmo assim, não percebi
No escuro fiquei
Por tempo que nem sei
Mas acordei
Com uma luz que cegava
Era a vida retornando
E sem forças
Não a alcançava
Aos poucos ela me reparava
E uma fortaleza se criava
Sólida
Consistente
Nada carente.

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Primavera

Primavera chuvosa
Primavera com flores
Primavera revoltosa
Primvera de amores

A rima é simples, mas detalha a primavera como ela está. Tem chuva além do normal, flores com saudades do sol, natureza com saudades do amor.

Amor pela terra!
Amor pelas pessoas!
Amor pela vida!

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Que dia – parte 3

Sofia acordou pedindo a Deus para que seu pai esquecesse que ela estava em casa. Final de semana com o pai, e em feriado de eleição era tudo o que ela não queria para aqueles dias de TPM.

Mas fazer o que, já passava das 10 h, e seu pai Luiz foi chamá-la para acompanhá-lo na boca de urna. Luiz sabia que se ficasse rodando os locais de votação com a filha a tira-colo, não levantaria suspeita. E assim, fingindo não saber as intenções de seu pai, Sofia se submeteu a via sacra de visitar os locais de votação.

Em todos os locais os amigos e co-partidários de seu pai faziam graça para a menina, mas ela só pensava “que saco, porque minha Vovi ficou doente logo nesse final de semana”. Por sorte Sofia encontrou alguns amigos da escola, e pode distrair-se alguns minutos do longo dia. Ao final da votação, teve que implorar para seu pai ficar com ela em casa, e não a levar para a contagem de votos..

De volta a casa de seu pai teve que assistir a contagem da votação pela televisão local, pelo rádio e pelo rádio amador de seu pai. Era torturante para aquela menina de apenas 13 anos. Sofia puxou uma cadeira na janela, e ficou apreciando as luzes dos carros que passavam pela avenida. Pode ver os eleitores, que ela considerava normais, passando com alegria pela rua. Alguns conhecidos de seu pai lhe acenavam simpaticamente. Outros nem pareciam estar sabendo da eleição.

O telefone tocou, Sofia correu para atender, mas seu pai já havia atendido num pulo só. Era sua mãe para avisar que a Vovi teria que passar mais aquela noite no hospital, e pediu para Luiz ficar com a filha mais uma noite. Com pressa de liberar o telefone para os correligionários, concordou prontamente, e avisou Sofia de que ela ficaria até o outro dia. Luiz avisou também que a deixaria com mala e tudo na escola pela manhã.

Com aparente decepção nos olhos, Sofia pediu ao pai para usar seu computador. Luiz concordou de pronto, desde que Sofia fizesse a janta para eles. E assim, um miojo foi providenciado para a janta da derrota do candidato de seu pai. Sofia que não tinha fome, e brincou com o macarrão até seu pai liberá-la para sair da mesa. Luiz mal tinha sinalizado para a retirada dos pratos da mesa, e Sofia já estava com o computador ligado e aguardando que ela terminasse de lavar a louça.

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Hino à Bandeira Nacional

Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Letra: Olavo Bilac
Música: Francisco Braga

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Indiginação Cívica

07/09/2009
Dia de respeito ao Brasil. Mas ao invés disso a mídia somente conseguia passar e repassar o vexame ao cantar do Hino Nacional. Aproveitando o assassinato do Hino pela cantora Vanusa, os programas, num pedido de socorro cívico, tentam achar quem soubesse a letra da música do nosso Hino Nacional.
Assim, me vejo obrigada a não publicar a continuação do texto Que Dia, para publicar a letra do Hino Nacional. E como a semana é Cívica, publicarei ainda outros hinos importantes e com toda certeza já esquecidos pela população brasileira.

HINO NACIONAL

Parte I

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Parte II

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores.”
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- “Paz no futuro e glória no passado.”
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva

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Que dia… continuação


Do outro lado da cidade, perdida em uma mansão estava Laura. Laura é a única filha de Joana e Jonas, médicos muito conceituados na capital Arvorence. Ambos estavam de plantão naquele domingo, por conta da eleição mais violenta dos últimos 10 anos. O pronto-socorro estava lotado de pessoas feridas, com escoriações diversas causadas por socos, pontapés e estilhaços. Joana foi chamada por Jonas, que é chefe do PS, para ajudar com os feridos. A briga partidária tinha extrapolado os limites, uma vez que, o partido que estava por perder as eleições havia jogado uma bomba caseira e uma de gás sonífero na delegacia central, e no fórum da cidade. Esse ato deixou 80% do policiamento eleitoral dormindo no ponto, e a cidade foi aterrorizada pelas brigas partidárias.

Já era noite quando Joana ligou para a filha avisando que não chegariam para o jantar. Laura lembrou do começo do dia, quando foi alegremente com seus pais a sala de votação. Assistiu a ambos votar no Sr. Din, e foram fazer o desjejum na padaria preferida da família, em frente ao PS. Seu pai, Jonas, foi o primeiro a terminar, porque tinha que supervisionar o andamento no Pronto–Socorro, porque os atentados já haviam ocorrido. Assim, Laura e Joana ficaram degustando as delicias da padaria por mais 20 minutos.

Os poucos minutos em que ficaram na padaria, planejaram o dia de domingo com eleição. Voltariam para casa e dariam banho no Bichano, um labrador que Laura ganho em seu aniversário de 12 anos, há dois meses. Feito isso, cuidariam as plantas no jardim, e depois do almoço ficariam jogas no sofá lendo, conversando e vendo filmes antigos. Mas nos mesmos 20 minutos, Jonas voltou à padaria nervoso. Sabendo que estragaria o domingo em família, explicou rapidamente a situação para Joana, e levou suas meninas para a segurança do lar.

Mal tinha lavado Bichano, Joana foi chama das pressas pela empregada. Era Jonas no telefone pedindo ajuda no PS. E assim, o domingo em família desaparecera. Laura teve que brincar sozinha com Bichano e suas bonecas. Almoçou sozinha no deck da piscina, com Bichano a lamber seus pés. Passou a tarde lendo, e escutando música. Sua distração foi conter a raiva que estava sentindo dos políticos e da eleição.

Como teria que jantar sozinha, pediu a empregada para que não fizesse nada para ela. Laura subiu para seu quarto, ligou o computador e foi se refugiar na página da escola, na tentativa de que alguém estivesse online no chat. Não achando ninguém a primeira vista, deixou o computador ligado e foi tomar um banho, para que ninguém visse suas lágrimas de ódio por mais um dia que perdeu para a profissão dos pais.

… continua …

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Que dia

Dia de eleição, Ana Maria aguardava junto com seus pais e irmãos o término das apurações. Seu pai, Sr. Din, concorria ao cargo de governado do estado, e estava entre os favoritos. Todos da família haviam participado da campanha, e estavam tensos pelo resultado. Sua mãe, dona Josefa, fazia chá de camomila a cada meia hora. A tensão do marido era tanta, que sozinho ele bebia o bule todo.

Ana Maria mora em Floral, capital do estado de Arvoredo. Na cidade todos conhecem a família de seu pai, por ser tradicional na política local. Mas seu pai é o primeiro a lançar-se candidato ao governo do Estado. Sr. Din. vinha de reiteradas eleições para vereador, e pelo 2 últimos anos foi prefeito de Floral. Sua campanha era forte, por que em todos esses anos Sr. Din dedicou-se a trabalhar pelo povo.

Iniciou carreira ainda jovem, com apenas 20 anos já era vereador. Aos 24 reelegeu-se com votação expressiva. Naqueles oito anos pode conhecer todas as necessidades de sua cidade, e de seu povo. Trabalhou duro para ajudar os carentes, e proporcionar bem-estar aos mais abastados. Na eleição de sua terceira candidatura, se elegeu como o vereador mais votado, e pode assumir a presidência da Câmara de Vereadores. Desde então passou a divulgar a população sobre o trabalho daquela casa. Nos seus oito mandatos seguintes, a casa ficava lotada em dia de votações, com participação expressiva da população.

Ana Maria é a filha mais nova do vereador, e nasceu prematura. João seu irmão mais velho tem 10 anos a mais que ela. A menina foi muito desejada e amada pelos 3. Em todos os seus aniversários Ana Maria festejava feliz com a família reunida. Hoje, em plena eleição, Ana completa seus 12 anos, e seus pais e seu irmão só sabem falar da campanha, da votação, e da provável eleição de seu pai. Esqueceram, nesse ano de 2008, que a data é importante para a família.

Ana Maria estava comemorando sozinha o inicio de sua adolescência. Até seus amigos estavam preocupados com o resultado da famigerada eleição. Ninguém ligou para parabenizá-la. Tios, primos, o avô paterno, ninguém falou com ela em nenhuma das ligações que foram feitas para a casa dos Din. Ana Maria tentou lembrar a mãe:
- Mãezinha, o que tem de especial no dia de hoje? – perguntou Ana Maria.
- É dia de eleição, e seu pai pode entrar para a história da cidade. – respondeu a mãe rapidamente – porque pergunta?
- Nada de mais. – respondeu Ana desolada.

Fim de dia, fim da eleição, e Sr. Din é o novo governador do estado de Arvoredo com 60% dos votos validos. E Ana Maria viu seu aniversário transformar-se em festa partidária. A casa lotou de políticos, amigos e parentes para a comemoração. Mas essa não era a festa que Ana Maria tinha imaginado para suas 12 primaveras.

continua…

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Viagem

Seu olhar era triste, opaco e sem 1/3 do brilho do pente de brilhantes sobre seu coque a segurar um lindo véu de renda. Sentada na penteadeira de seu quarto, não parecia estar ali, mas permanecia sua beleza refletida pelo espelho. Seus olhos cor de mel, sua boca rosada ao final do fino nariz, seu pescoço longo desnudo, somente com o par de brincos de pérola e brilhantes a combinar com o colar em forma de rede a cobrir seu colo. Havia a muito transpassado para o espelho junto com seu olhar, perdido no nada. O espelho que há muito assistia sua felicidade, desta vez não via o lindo sorriso de Ana pela primeira vez.

Desnuda de todo o aparato daquele casamento indesejado, deixou-se projetar para dentro do espelho, como que em passagem para um mundo onde a felicidade de outrora reinava. A tristeza que seu coração sentia diante do espelho, ali não se sentia. Estaria bloqueado para fora daquele mundo? De sua vida? Um alívio ilusório naquele momento, mas que contentava Ana naqueles minutos que antecediam ao ritual do casamento.

Não acreditava que estava se entregando para um futuro sem vida. Totalmente desprovido de amor, mas enriquecido de acordos outrora realizados por pessoas que não chegou a conhecer. De um lado seu pai que falecera dias após de seu nascimento, do outro, um rei de terras longínquas, pai de seu futuro esposo. Tudo feito para que seu pai garantisse alimentos e moradia para família que estava por deixar na miséria após sua última viagem. Ela era a única mulher entre nove irmãos, todos casados e com situação abastada. Porém, acreditavam todos que o não cumprimento do acordo assinado com sangue por seu pai, levaria todos, os nove, novamente a desgraça.

Sua mãe não queria desagradar à boa sorte. E aquilo parecia um terrível e malfadado conto de fadas. Do espelho podia ver sua mãe à bruxa má, suas cunhadas as aprendizes de bruxa, o príncipe encantado só existia para fazer felizes seus irmãos, e mais nada. Nem um rosto amigo que lhe agradasse a volta. Seu único amigo era o espelho que lhe refugiava neste momento triste. Tudo porque ali não existia infelicidade, má sorte, desesperança, ou qualquer outra coisa que lhe roubasse a alegria do olhar.

Mesmo sem vida no olhar, todos a sua volta apreciavam sua beleza dentro daquela roupa de núpcias. Realmente era lindo, tudo novo e muito branco, enviado por seu noivo abominante. Desde o sapato que usava até a mais simples fita de cabelo foi-lhe enviada. Ana sentia que suas roupas pareciam trapos perto do luxo daquela roupa nupcial. Para ela era uma afronta tudo aquilo, como se não pudesse confeccionar roupas bonitas em tecidos dali mesmo.

Desejava não ter completado seus 13 anos, e não ter se tornado mulher. Pelo pacto, a data do casamento seria nas 3 luas subseqüentes ao seu “dia de mulher”. Esse pacto foi à razão de ter passado o último ano apreensiva, não queria que soubessem que seu “dia de mulher” havia chegado nas 12 luas grandes. Mas há 2 luas, suas mãe viu o sangue em suas roupas, e não pode mais esconder, e também adiar a data que considerava ser a de sua morte.

Adoraria voltar a sorrir com os olhos para o espelho, só para ver a luz dentro deles. Mas ao contrário disso, hoje via escuridão. Um terrível desespero tomou conta dela. Desejava festejar para alegrar sua mãe, mas não, seu coração chorava lágrimas de sangue, como as que assinaram aquele maldito contrato. Seu destino estava transado.

Ainda no espelho a dúvida mostrava o contrário, pois se negando a casar poderia ter um destino melhor para si? Será? Devo fugir? Mudar? Poderia cumprir esse destino em outra vida? Para que adiar? Voltar e enfrentar ainda era a melhor saída. As coisas poderiam mudar, Ana estaria fazendo tempestade em copo d`agua. Quem sabe o monstro abominável de seu futuro esposo, fosse apenas uma fantasia de sua cabeça. Poderia convencê-lo a não ir embora de sua amada terra. Sua beleza serviria para isso? Atingiria tal objetivo? Somente arriscando para saber.

O cair de um pote de porcelana a fez voltar. Saiu do espelho. Aceitou seu destino nessa vida, esperançosa de que haveria mudanças felizes. Assumiu seu compromisso de morte. Realizou o último desejo de seu pai, seus irmãos, e até mesmo de seu esposo abominável. Ana foi resistente até o último suspiro de vida. Fortalecia suas forças refugiando-se no espelho. Mas não foi o suficiente. Meio ano após assumir o compromisso de ouro como desejava o compromisso de sangue de seu pai, Ana faleceu em plena viagem de partida para a longínqua terra de seu esposo. Em seu coração reinava infelicidade, por saber que nunca mais veria o brilho de seu olhar no espelho amigo que teve que deixar para trás. Mudança somente a dela do leito de morte para a última moradia.

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Mulher Charme

Maravilhosa
Unica
Leal
Helênica
Esplendorosa
Rainha

Carinhosa
Heroína
Amiga
Risonha
Meiga
Enfim, MULHER!

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